sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

(...) remember the past.

ás vezes penso... nas pessoas que já passaram pela minha vida, pelas vezes que disse "amo-te" pelas vezes que disse "adoro-te" imensas pessoas, umas permanecem outras simplesmente desapareceram ou quiseram desaparecer, outras por e simplesmente deixaram de existir, magoa ver alguém que já chamamos infinitos nomes, que já passamos momentos, por quem ja choramos, por quem já trocamos abraços, e beijos, agora passam por nós e é como se não existíssemos, parece q tudo aquilo que vivemos foi apagado na memoria deles(as), como é possível esquecer momentos, esquecer conversas, esquecer uma amizade? no momento em q estamos a viver certos e determinados momentos pensamos sempre " ohh god este é o melhor dia da minha vida, nunca vou esquecer " ou então numa conversa dizerem-nos " amo-te aconteça o q acontecer nunca ninguém nos vai separar, aconteça o que acontecer nunca te vou deixar " .. e à mera discussão já é " odeio-te, nunca mais te quero ver, és horrível, nunca pensei q fosses assim, nunca mais quero voltar a falar ctg " .. nessas palavras, a pessoa esqueceu-se do dia em q disse " amo-te aconteça o q acontecer nunca ninguém nos vai separar, aconteça o que acontecer nunca te vou deixar " .. é por essas e por outras q eu acho q as pessoas deviam pensar antes de escrever, pq à mera coisinha negativa, esquecem um passado, um passado feliz, esquecem os momentos, as conversas, esquecem uma pessoa q já disseram q era a pessoa mais importante da vida deles(as), será q o q a pessoa fez foi assim tão grave para esquecer isso? acho q todas as pessoas têm o direito a errar acho q toda a gente tem o direito a merecer uma segunda oportunidade, acho q a vida é para ser vivida, e é com os erros q aprendemos, e é por pensarmos nos erros q não os voltamos a repetir.
posso estar ou não a falar de experiência própria, mas também estou a falar daquilo que vejo, daquilo que sinto, daquilo que oiço.


(texto retirado do meu antigo blog, data da publicação na altura:
21 de novembro de 2008, voltei a publica-lo porque a minha opinião mantém-se.)

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